Na contemporaneidade os espaços museológicos
cada vez mais fazem o uso de invenções tecnológicas. A internet é uma delas e
se faz presente na vida da grande maioria das pessoas. Facebook, Twitter,
WhatsApp, Skype, e uma série de outros programas e aplicativos, tornam a
comunicação muito rápida e fácil.
As plataformas online são poderosas
ferramentas de contato com o público. Assim, o museu se torna mais acessível
utilizando essa “ponte cibernética” para chegar ter essa interação. Meios de
interação que não são proporcionados nas instituições museológicas podem ser
disponibilizados nas plataformas como um meio de se atrair a curiosidade e
colocar o museu em voga.
Dessa forma, se faz necessário um espaço que seja de fácil acesso e intuitivo.
Também vale ressaltar que o mesmo deve possuir informações úteis aos visitantes
e ser de fácil navegação.
Ver algo como o horário
de início e encerramento das atividades da instituição já é algo que polpa
tempo dos visitantes, uma vez que sem essas ferramentas, o visitante seria
obrigado a obter essas informações de um meio mais convencional demandando mais
tempo.
Podemos conferir essa hipótese ao que dizem Alessandra Sirigni e Inês Gouveia, “Mais do que uma mídia, muito além de um
simples canal de comunicação, as interfaces abriram a possibilidade para
olhares diversos, próximos, ou distantes, uma ou cem vezes por dia”. A
facilidade que essas ferramentas proporcionam fazem com que esses espaços
acabem se aproximando do público, uma vez que o mesmo resolva ter acesso a tais
informações.
Assim, essa ferramenta pode ser vista como um
meio de aumentar seu público e alcançar novo público, o que não conseguia com os
recursos convencionais que utilizava.
Segundo
Rosali Henriques, só pode ser considerado museu virtual aquele que tem suas
ações museológicas, ou parte delas, trabalhadas num espaço virtual. Logo, os
museus virtuais são aqueles que trabalham o patrimônio por meio de ações
museológicas, mas que não necessariamente têm suas portas abertas aos
utilizadores em seu espaço físico (Rosali, Anais do MNH, 2007,
p.250). Assim, tanto aquele espaço virtual que não possui acervo material, pode ser considerado um museu. Para esse tipo, devemos tomar o cuidado, uma vez que seus arquivos e dados são armazenados em locais muito delicados e sensíveis. Logo se faz necessário garantir a proteção a esses bancos de dados.
Vale ressaltar que as exposições podem se
digitalizadas e disponibilizadas na internet, mas o tridimensionalidade será
perdida dependendo do método utilizado mas outras ferramentas poderão ser
adaptadas para implementar a experiência.
Atualmente cada vez mais a internet vem sendo
utilizada nas instituições museológicas. Tanto para a interatividade dos
visitantes quanto a disponibilização de informações nesses meios de
comunicação e a tendência é aumentar, visto que o consumo de tecnologia na nossa sociedade vem aumentando consideravelmente.
CONFIRA:
Um site interessante é o http://www.eravirtual.org/pt/ . Nele podemos ter acesso virtual a
diversos museus. É de fácil acesso e bem intuitivo. Com essa
ferramenta não é mais necessário ir até essas instituições para se conhecer o
seu espaço físico, mas uma coisa é certa, essas visitas sempre te deixam com um
gostinho de quero mais...
Outro site que vale a pena ser visitado é o http://www.conhecendomuseus.com.br/.
Nele temos uma gama de videos relacionados a museus que já foram visitados por
esse programa. Essa ferramenta também ajuda muito em divulgar os museus expor as
ações que os mesmos estão realizando.

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